
Segundo Michael McGuigan, do Laboratório Nacional Brookhaven, nos Estados Unidos os supercomputadores estão se aproximando de adquirir capacidades que os permitirão criar realidades virtuais ‘à la Matrix’ e ainda que a distinção entre mundo real e virtual será muito difícil.
Uma variante do Teste de Turing foi criada, o Teste de Turing Gráfico, onde um júri humano interage com um mundo virtual e deve ser incapaz de distingui-lo da realidade.
“Nós queremos dizer com interação, que você poderá controlar um objeto – girá-lo, por exemplo – e ele será criado de forma automática em tempo real,” explica McGuigan.
O pesquisador usou o supercomputador Blue Gene/L da IBM (que pode alcançar 103 teraflops) para testar a atual capacidade de renderização em tempo real. Ele chegou à conclusão que ainda não é possível passar pelo teste Turing gráfico já que a para a renderização em tempo real de um mundo virtual seria necessário acima de um petaflop, o que equivale a 1.000 teraflops. Ou seja, só teríamos que esperar até que os supercomputadores sejam 10 mais poderosos do que são hoje.
Incredulidades a parte eu acho, que mesmo que fosse possível alcançar processamentos de 1 pentaflop, não seria o suficiente para se dizer que teríamos mundos virtuais como a matrix. Até por que para se tornar indistinguível o mundo virtual requereria muito mais do que interação com ele em si, mas também nós passar sensações como cheiros e estímulos ao tato. Mas declarações de pesquisadores como essas reforçam a tese de que um dia viraremos bateria de robô
teremos uma matrix.
Fonte: Inovação Tecnológica


15 Maio, 2008 às 14:02 |
[...] Para quem não leu a outra matéria do blog sobre o uso supercomputadores para simular a realidade , sugiro que leiam antes aqui. [...]